terça-feira, 10 de maio de 2011

Propostas recebidas na audiência pública do Centro – 3mai2011


1
Aplicar multa de 50% do valor do imóvel para proprietários de imóveis em péssimo estado de conservação. E em caso de não haver reforma do imóvel, a própria Prefeitura reforma-lo e cobrar o valor da obra do proprietário.


2
Garantir ensino de nível superior para a população carente.


3
Garantir habitação para as famílias moradoras do edifício Universo, situado à Rua General Câmara, 436, pois o mesmo será demolido e as famílias não têm para onde ir.


4
Incentivar a autogestão de empreendimentos habitacionais de interesse social. Implantar de fato a progressividade do IPTU.


5
Solicita-se encontro com o prefeito, para discutir a pauta de reivindicações da Associação dos Cortiços do Centro.


6
Implantar clínica para tratamento de dependentes químicos em Santos.


7
Repassar o imóvel do antigo Ambesp, do INSS, na esquina das ruas do Comércio e José Ricardo, para construção de habitação de interesse social, com sistema de mutirão e auto gestão.


8
Garantir contrapartida municipal no projeto do edifício Vanguarda, da Associação dos Cortiços do Centro.


9
Implantar de fato a progressividade do IPTU. Repassar as áreas da União no bairro do Jabaquara (Portuguesa, Portuários e Transbrasa) para a construção de empreendimentos habitacionais de interesse social.


10
Garantir lazer para os moradores do Valongo.


11
Garantir contrapartida municipal no projeto do edifício Vanguarda, da Associação dos Cortiços do Centro.


12
Garantir trabalho preventivo na área de saúde, para a população do Centro.


13
Garantir a presença de médico no posto de saúde do Centro Velho, pois há falta e o atendimento é feito por enfermagem.


14
Garantir a presença de médico no posto de saúde do Centro Velho, pois há dois meses não há este tipo de profissional.


15
Garantir a presença de médico no posto de saúde do Centro Velho, pois há falta e o atendimento é feito por enfermagem.


16
Providenciar melhor atendimento nas policlínicas.


17
Mudaram o atendimento dos moradores do Centro do Martins Fontes para o Mercado, mas não tem médico no local.


18
Que o prefeito tenha mais atenção para com os moradores do Centro.


19
Promover cursos noturnos para os moradores do Paquetá, no CAIS do Colégio Santista. Implantar policlínicas. Construir moradias populares no bairro.


20
Construir moradias populares na área central.


21
Construir mais moradias, policlínicas e escolas na área central.


22
Garantir moradia digna para os moradores de cortiços.


23
Garantir a implementação de fato das propostas apresentadas nesta audiência pública.


24
Agilizar a construção de moradias na área central. Garantir escolas, atendimento de saúde e cultura para esta área.


25
Garantir contrapartida municipal no projeto do edifício Vanguarda, da Associação dos Cortiços do Centro. Garantir a presença de médicos na policlínica do Centro. Garantir creches, professores e merenda para as crianças desta área.


26
Garantir moradia popular na área central.


27
Garantir moradia popular e atendimento de saúde na área central.


28
Garantir moradia popular e transporte escolar na área central.


29
Garantir que na aprovação de projetos não haja problemas com as instalações de águas pluviais.


30
Garantir moradia popular na área central para quem paga aluguel.


31
Reduzir os congestionamentos viários na cidade.


32
Respeitar os idosos no transporte coletivo.


33
Implantar mais escolas em período integral.


34
Garantir mais vagas em creches e em escolas de tempo integral.


35
Resolver o problema da população de rua e garantir espaços de lazer para as crianças na área do Mercado.


36
Reformar os passeios de toda a área central e não apenas na área onde passa o bonde. Resolver os problemas de drenagem nesta área. Garantir moradia, saúde e educação para os moradores.


37
Garantir recursos do PAC para moradias destinadas à população dos cortiços.


38
Garantir mais atenção à área da saúde.


39
Garantir mais atenção à área da saúde.


40
Garantir moradia digna para quem paga aluguel.


41
Garantir transporte coletivo nos finais de semana. Agilizar os projetos habitacionais na área central.


42
Garantir a limpeza do sistema de drenagem da área central, impedindo os alagamentos.


43
Que a Cohab atue efetivamente e incentive empreendimentos com autogestão.


44
Garantir moradia e atendimento básico de saúde.


45
Garantir atendimento de saúde, pois o mesmo está muito precário.


46
Recolocar o ponto de ônibus em frente do Colégio José Bonifácio.


47
Que a Prefeitura compre o Hospital Conselheiro Nébias.


48
Colocar em prática a lei que criou o Programa Alegra Centro Habitação, com incremento da equipe técnica, criando uma unidade de preservação do patrimônio histórico da cidade, que seja responsável pelas decisões, planejamento e programas de desenvolvimento para região.


49
Que o Prefeito visite as obras do edifício Vanguarda, da Associação dos Cortiços do Centro.


50
Que Santos volte a ter uma empresa pública de transporte coletivo.


51
Restringir a construção de grandes empreendimentos empresariais na área central e apoiar a construção de habitações de interesse social nesta área.


52
Dar preferência aos moradores do centro nascidos na área, para os projetos de moradia. Garantir a implantação de empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida, na área central, entre 0 e 3 s.m.


53
Garantir moradia para quem paga aluguel.


54
Garantir moradia para todos.


55
Definir e garantir o respeito aos recuos mínimos das edificações, de forma proporcional à altura dos logradouros, garantindo iluminação e ventilação.


56
Implantar projeto de renovação urbana para a área do Mercado Municipal, garantindo a fixação dos moradores da região, que está abandonada, abrindo novas oportunidades de trabalho. 


57
Proibir a construção de sobressolos com taxa de ocupação maior e recuos menores que os dos andares-tipo, preservando a iluminação e ventilação nas edificações vizinhas e a paisagem urbana.


58
Garantir moradia popular com organização da população.


59
Garantir moradia e atendimento na área de saúde na área central. 


60
Garantir moradia, atendimento na área de saúde e implantação de um Senat na área central.


61
Controlar os ruídos noturnos na área do Mercado, pois conflitam com o uso residencial.


62
Produzir habitação popular com mais agilidade.


63
Formar estoque de terrenos para construção de habitação popular.


64
Melhorar a limpeza publica nas ruas do Centro, Paquetá e Vila Nova.


65
Disponibilizar médicos para atendimento nas unidades básicas de saúde.


66
Produzir moradia popular.


67
Implantar mais escolas de tempo integral.


68
Implantar mais áreas de lazer, com qualidade.


69
Possibilitar laqueadura para mulheres carentes e disponibilizar médicos para atendimento nas unidades básicas de saúde.


70
Implantar mais escolas de tempo integral.


71
Implantar mais escolas de tempo integral.


72
Produzir moradia popular.


73
Oferecer educação de qualidade e mais escolas de tempo integral.


74
Disponibilizar médicos para atendimento nas unidades básicas de saúde.


75
Priorizar a implantação de escolas no Centro.


76
Garantir atendimento médico.


77
Destinar mais recursos para habitação popular, dirigida às famílias que vivem em habitações precárias.


78
Implantar mais unidades básicas de saúde na região central.


79
Destinar mais recursos para habitação popular, inclusive para concluir o projeto da Associação dos Cortiços do Centro.


80
Garantir mais educação para a população.


81
Garantir o atendimento pelos serviços de saúde.


82
Garantir atendimento pelos serviços de saúde e laqueadura.


83
Implantar mais escolas de tempo integral.


84
Disponibilizar médicos para atendimento na unidade básica de saúde do Porto Velho.


85
Implantar projetos habitacionais no Centro.


86
Garantir mais educação para o Centro.


87
Destinar o recurso solicitado para o projeto da Associação dos Cortiços do Centro.


88
Garantir a disponibilidade e qualidade dos pontos de ônibus, sobretudo na Escola José Bonifácio.


89
Implantar o Plano de Arrendamento Residencial (PAR).


90
Garantir mais atenção para crianças em situação de risco, com pais irresponsáveis.


91
Implantar projetos habitacionais com mais rapidez para famílias de baixa renda.


92
Garantir transporte gratuito, pelo menos um dia por mês.


93
Garantir iluminação e limpeza nos passeios do Centro.


94
Garantir mais habitação para quem não consegue mais pagar aluguel.


95
Implantar mais projetos habitacionais.


96
Implantar escola para pessoas especiais.


97
Garantir atendimento em hospitais, unidades básicas de saúde e sobretudo a presença de médicos.


98
Garantir moradia digna e mais áreas de lazer.


99
Implantar escolas de tempo integral de qualidade e creches.


100
Garantir mais projetos habitacionais em regime de mutirão.



101
Ampliar o perímetro de incidência do cumprimento da função social da propriedade, através do instrumento da Utilização/Edificação compulsórias e do IPTU Progressivo, que hoje limita-se às Zeis 3, no Centro, e às habitações precárias, conforme a Lei do Alegra Centro Habitação. O novo perímetro abrangeria quatro bairros: Centro, Vila Mathias, Vila Nova e Paquetá.

102
Aplicar o direito de preempção, em que a Prefeitura teria a preferência em comprar imóveis que não cumprissem a função social, no Centro, em imóveis que devem muito IPTU, com um critério que estabelecesse uma área mínima (entre 500 e 1000m²), que possibilitasse implantar projetos de empreendimentos habitacionais. Dependendo da situação, utilizar grupos de lotes, para criar um banco público de terras. Além disso, deve ser fixado um percentual anual do Fundo de Incentivo à Construção de Habitação Popular (FINCOHAP), para aquisição desses imóveis.

103
Garantir transporte público totalmente gratuito, com recursos do IPTU.

104
Garantir a implantação do imposto progressivo para combater a não-utilização ou subutilização dos imóveis urbanos.


105
Destinar os projetos em áreas de ZEIS especificamente para os movimentos sociais.

106
Garantir a implantação do imposto progressivo para formar estoque de terrenos para habitação popular e criar mais áreas de ZEIS.

107
Criar programa de incentivo à autogestão para os movimentos populares, como já existe em todas as grandes cidades como Recife, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, visando dar oportunidade para os movimentos organizados terem capacitação técnica, capacitação sobre o direito à cidade, sobre direito à moradia, e prover assistência técnica gratuita regulamentada pela Lei Federal n° 11.888/2008.

108
Criar programa de incentivo à autogestão, como o da Prefeitura de São Paulo, que destina recursos para as famílias.

109
Implantar projeto de renovação urbana para a área do Mercado Municipal, que está completamente abandonada, com projeto arquitetônico e urbanístico adequado e inovador, visando criar mais um ponto turístico na nossa Cidade, sem promover a expulsão das pessoas que ali vivem e trazendo mais oportunidade de trabalho para elas, fazendo com que se sintam ainda mais parte da Cidade.

110
Proibir a construção de garagens estendidas (sobressolos) nos edifícios, pois atrapalham a ventilação e iluminação das edificações vizinhas, além de prejudicar a harmonia da paisagem urbana.

111
Investir na região do Mercado Municipal, visando a fixação da população, pois é uma das mais bonitas que existem na Cidade e tem potencial turístico muito grande, em função do próprio Mercado, da Bacia do Mercado, das catraias e todo o casario que é muito bonito, e que pode assim como em outras cidades ter um aproveitamento turístico e manter a população no local. O Plano Diretor deve dar ênfase à questão da moradia popular e também no investimento da infraestrutura para manter a população no local.

112
Recuperar o edifício do Colégio Docas, que foi um colégio muito importante para a Cidade e formou muita gente, ao invés de construir novos colégios. Aproveitar, também, as edificações “históricas” existentes.

113
Colocar efetivamente em prática a lei que criou os programas Alegra Centro e Alegra Centro Habitação, com o incremento da equipe, criando um departamento histórico de preservação da Cidade onde nele estejam concentradas todas as decisões, planejamentos e programas de desenvolvimentos para a região.

114
Fiscalizar as áreas de ZEIS, pois estão sofrendo ocupação com atividades indevidas como ferros-velhos, impedindo a expulsão em massa das pessoas que não podem mais alugar imóveis, garantindo a possibilidade de moradia nas ruas São Francisco e Doutor Cochrane.

115
Garantir que todo empreendimento, principalmente os de construção de moradias de interesse social, tenham área de lazer e arborização.

116
Reservar unidades em empreendimentos com habitações de alto luxo, para habitação social, em alguns andares, como na Inglaterra e no Chile.

117
Aproveitar o antigo Colégio Santista, onde funciona o CAIS, para fazer projetos novos, como cursos noturnos para moradores do Paquetá.

*As propostas que aparecem repetidas foram manifestadas mais de uma vez

Propostas recebidas na audiência pública da Zona da Orla – 19abr2011

1
Criação de bolsões de estacionamento demarcado, mas não regulamentado, próximos a faculdades, conjuntos médicos, igrejas etc.

2
Estabelecer obrigação de plantio de percentual mínimo de árvores frutíferas em novas edificações verticais, visando à recuperação da fauna urbana.

3
Identificação de locais para implantação de “cata-treco”.

4
Promover atuação educacional da CET, para que ciclistas que transitem por vias com ciclovias as utilizem efetivamente.

5
Delimitar áreas de incidência de direito de preempção, visando a ampliação de espaço público destinado a equipamentos de saúde, lazer etc., conforme as necessidades dos bairros.

6
Ampliar a adaptação de passeios acessíveis para portadores de necessidades especiais, em especial cadeirantes.

7
Promover a padronização de passeios com materiais antiderrapantes.

8
Melhorar a capacidade do sistema de drenagem nas vias do Boqueirão, em especial nas ruas Pindorama, da Paz, Artur Assis, Governador Pedro de Toledo.

9
Estabelecer a obrigação de reaproveitamento de “águas cinzas” em novas edificações.

10
Estabelecer a obrigação de instalação de hidrômetros individuais em novas edificações.

11
Estabelecer a adaptação de veículos do transporte coletivo público para o uso de combustíveis menos poluentes e propulsores, menos barulhentos, em especial com o uso de energia elétrica.

12
Tornar todos os semáforos de pedestres acionáveis por botoeira, visando priorizar a travessia de pedestres nas vias públicas.

13
Embora seja questionamento, pode ser transformada na seguinte proposta: ampliar a fiscalização de obras em casos de desrespeito aos recuos mínimos dos lotes, visando a redução dos impactos ambientais em edificações existentes.

14
Embora seja questionamento, pode ser transformada na seguinte proposta: implantar melhorias no transporte público, visando melhorar sua qualidade e ampliar sua capacidade, objetivando o estímulo ao seu uso.

15
Estimular melhorias na prestação de serviços públicos aos idosos e pessoas com mobilidade reduzida, em especial no transporte coletivo.

16
Revitalizar o canal da Avenida Jovino de Melo (Zona Noroeste).

17
Ampliar a fiscalização para limitar a colocação de mesas e cadeiras em passeios.

18
Cumprimento efetivo do prazo legal de 15 dias (art. 90 da LOM) para resposta aos cidadãos.

19
Implantar rotatória na confluência das ruas Monte Alverne e Alfaia Rodrigues, devido aos acidentes que ocorrem no local.

20
Implantar um ginásio poliesportivo na Praça Nossa Senhora da Aparecida.

21
Incentivar a arborização e implantação de jardins nas novas construções.

22
Implantar espaços públicos, em especial para crianças, com monitoramento de guardas municipais, bem como implantar melhorias e segurança nos espaços públicos existentes, como a praça em frente ao SESC e a Praça Nossa Senhora da Aparecida.

23
Utilizar as áreas públicas não somente para habitação, mas também para implantação de áreas verdes, de recreação e lazer.

24
Reduzir o coeficiente de aproveitamento dos terrenos.

25
Reduzir o número de vagas e de pavimentos de garagens nas novas edificações, inclusive naquelas cujos processos de aprovação ainda estão em análise pela Prefeitura.

26
Reduzir o número de novos empreendimentos por quadra.

27
Melhorar a mobilidade e acessibilidade de pedestres, por meio de intervenções nos passeios visando à redução/eliminação de obstáculos como buracos, postes, bancas de jornais, carrinhos de ambulantes etc.

28
Otimizar a utilização de espaços públicos, como praças, quadras, piscinas e outros, para atividades esportivas de alunos da rede municipal de ensino, com o aproveitamento de alunos dos cursos de educação física das faculdades instaladas no Município.

29
Na revisão do Plano Diretor, priorizar as áreas de turismo, desenvolvimento do conhecimento, prestação de serviços e indústria.

30
Implementar lei que possibilite a compensação ambiental nas áreas de arborização e permeabilidade do solo, no caso de construção de novas edificações.

31
Estabelecer o afastamento mínimo entre as novas torres a serem construídas, a partir de uma avaliação técnica que contemple a qualidade ambiental. Sugestão: licenciar a construção de apenas uma torre por quadra.

32
Controlar o número de unidades que cada comprador adquire nas novas torres, de forma a impedir a especulação e consequente valorização artificial, que provoca a expulsão da população da Cidade.

33
Estimular o transporte coletivo seletivo, visando à redução do uso do transporte individual.

34
Exigir a contrapartida de construtores, no que respeita a arborização, saneamento e permeabilidade do solo etc.

35
Implantar a Universidade Pública em Santos, com cursos que atendam às vocações da Cidade.

36
Limitar a altura das edificações.

37
Cobrir os canais para implantar ciclovia, com faixas laterais para caminhadas e canteiros.

38
Promover verdadeiramente a inclusão social dos moradores de rua.

39
Reduzir o descarte de resíduos sólidos (sacos plásticos e garrafas pet) nos corpos d’água (praias e canais de drenagem).

40
Regulamentar o Estudo de Impacto de Vizinhança.

41
Ampliar os recuos, de forma escalonada, dos pavimentos inferiores das novas torres, que são utilizados para garagens e áreas comuns (“caixotes”), limitando-os a um único pavimento.

42
Reduzir o coeficiente de aproveitamento para 3, possibilitando sua ampliação conforme a característica do empreendimento e do terreno, da seguinte forma:
CA = 4, se 60% das unidades habitacionais tiverem até 2 dormitórios, com no máximo 70 a 75m², 1 vaga de garagem e sem play-ground;
CA = 5, se 100% das unidades habitacionais tiverem as características acima descritas.

43
Implantar “Corredores de Expansão Urbana”, com possibilidade de construir com coeficiente de aproveitamento igual a 5, mediante cobrança de Outorga Onerosa do Direito de Construir, ou com 50% das unidades habitacionais possuindo apenas 1 dormitório, com no máximo 50m² e 1 vaga de garagem.

44
Exigir a compensação ambiental com implantação de áreas verdes em todas as novas construções.

45
Limitar o coeficiente de aproveitamento a 4 vezes a área do terreno (semelhante ao caso da cidade de São Paulo e outras de grande porte).

46
Estabelecer um termo de compromisso na fase de construção de empreendimentos residenciais ou de comércio e prestação de serviços, de forma a obrigar a manutenção de áreas verdes internas ao lote, em logradouro próximos aos locais onde os empreendimentos forem implantados, com monitoramento de seu cumprimento.

47
Implantar Posto Policial nas imediações do Posto de Escalação do OGMO, junto à Rua Moema e à Avenida Mário Covas, visando à redução dos furtos de veículos.

48
Controlar a poluição provocada por embarcações, na orla, principalmente no canal do Porto, sobretudo no processo de manutenção.

49
Interromper a aprovação de novas construções, durante o processo de revisão do Plano Diretor, pois centenas de novos projetos teriam sido protocolizados na Prefeitura, visando se antecipar a esta revisão.

50
Permitir a manutenção de templos religiosos em áreas residenciais.

51
Permitir a manutenção do “Sambódromo” na Zona Noroeste.

52
Implantar ciclovias e ciclofaixas em logradouros que possuam capacidade para tal, se possível com arborização que as sombreiem.

53
Implantar corredores exclusivos de transporte coletivo, com funcionamento em todos os horários.

54
Criação de programa de aluguel de bicicletas a preços populares, para trabalho, lazer e esporte.

55
Identificar o que está sendo feito na Cidade em relação à infraestrutura de transportes.

56
Cobrar uma “contribuição de impactos urbanísticos e ambientais” dos empreendedores a fim de criar um fundo específico para a melhoria da infraestrutura da Cidade.

57
Dar ênfase maior na mobilidade urbana no que tange a transporte público.

58
Adaptar os ônibus para que sejam universalmente acessíveis, com piso baixo e ecológico, como os trólebus.

59
Criar uma lei para que os novos empreendimentos tenham opção de planta acessível, como barras nos sanitários, etc. sem custo adicional.

60
Implantar a revisão do Plano Diretor para coibir irregularidades nos novos empreendimentos.

61
Garantir a manutenção dos imóveis tombados para que cumpram o objetivo cultural e não ofereçam risco à população.

62
Criar legislação regulamentando o envidraçamento de sacadas.

63
Desenvolver o desporto de base, obedecendo o artigo 27 da Constituição Federal, através da inclusão das escolas públicas nos jogos escolares.

64
Proibir o estacionamento na orla marítima visando a melhoria do tráfego.

65
Construir um prédio para estacionamento de carros, com 50 mil metros quadrados para substituir as vagas da orla da praia.

66
Propiciar o crescimento da cidade de forma responsável, sem destruir as áreas verdes e sem impedir a ventilação vinda do mar.

67
Criar um novo bairro, a ser denominado Praiamar, delimitado pelo seguinte perímetro: Avenida Bartolomeu de Gusmão até a Rua Vergueiro Steidel, lado par e Avenida Almirante Cochrane, lado par, até a Avenida Joaquim Montenegro, lado ímpar.

68
Intervenções no sistema viário da Ponta da Praia:
redutor de velocidade na confluência das avenidas Rei Alberto I e Bancários, sentido Canal 6 ou redução do raio de curvatura, pois os veículos fazem a curva em alta velocidade;
alteração do tempo no semáforo da confluência das avenidas Almirante Cochrane e Pedro Lessa, para garantir agilidade na conversão à esquerda no Canal 6, sentido cais, para quem entra na avenida Pedro Lessa.

Transparência

As propostas populares encaminhadas aos vereadores durante as audiências públicas do Plano Diretor realizadas pela Câmara serão publicadas a partir de hoje no blog Santos sua cidade. Elas serão sistematizadas pelas comissões, e as que forem pertinentes às regras em discussão serão transformadas em emendas, conforme compromisso dos parlamentares com a população.


A publicação das sugestões dos moradores visa dar transparência ao processo de revisão das legislações (além do Plano Diretor, os projetos que alteram as Leis de Uso e Ocupação do Solo nas Áreas Insular e Continental também estão em tramitação na Câmara). No primeiro momento serão divulgadas apenas as propostas encaminhadas por escrito aos vereadores. 


As manifestações verbais durante as audiências e que constarão em ata do serviço de taquigrafia, ainda serão compiladas dos documentos e publicadas no blog posteriormente. A identificação dos autores das propostas não será possível porque nem todos os participantes dos debates permitiram a divulgação de seus nomes.


As sugestões da população serão publicadas conforme a sequência de audiências públicas. Elas ficarão reunidas no tópico O que a população disse nas audiências, que pode ser acessado na coluna esquerda do blog.

domingo, 8 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Comunidade faz sugestões para o Plano Diretor da Cidade

Matéria publicada no jornal A Tribuna desta quinta-feira (dia 5 de maio) mostra como foi a audiência pública sobre o Plano Diretor com a participação de moradores da região central da Cidade.


(Clique na imagem para ampliar) 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

População do Centro lota a sala Princesa Isabel

A terceira audiência pública regional sobre a revisão do Plano Diretor deixou clara a necessidade de moradias no Centro da Cidade.O debate realizado na sala Princesa Isabel, nesta terça-feira (dia 3 de maio), serviu para evidenciar a principal preocupação da população deste trecho do Município. Cerca de 130 pessoas, a maioria moradores dos cortiços, lotaram as galerias.

Eles trouxeram faixas com mensagens como “Mudar sem mudar. Revitalização urbana. Revitalização humana” e “Fazemos parte da Cidade de Santos. Cidadania plena”, que destacaram o desejo dessa população em se fixar no Centro.

Além das pessoas que utilizaram a tribuna para falar, os vereadores receberam 89 comunicações por escrito. As contribuições que forem pertinentes aos projetos em revisão (Plano Diretor e Leis de Uso e Ocupação do Solo nas Áreas Insular e Continental) serão transformadas em emendas.

Zona intermediária

Na próxima terça-feira (dia 10 de maio) acontece a audiência pública da zona intermediária. O debate será às 19 horas, no Centro Espanhol (Avenida Ana Costa, 286).

Região tem 5% de área livre para ocupação - AT - 4mai2011

Matéria publicada no Jornal A Tribuna, em 4 de maio, destaca áreas livres para o crescimento ordenado das cidades da Baixada Santista. 


(Clique na imagem para ampliar)



Expansão depende de urbanização alternativa - Metro - 4mai2011

Matéria publicada no Jornal Metro, no dia 4 de maio, mostra possibilidades para o crescimento urbano em Santos




(Clique na imagem para ampliar)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Audiência pública de hoje será no Centro

Nesta terça-feira (dia 3 de maio) acontece o quarto debate promovido pela Câmara de Santos sobre a revisão do Plano Diretor. A audiência pública será às 19 horas, na Sala Princesa Isabel (Paço Municipal) e é voltada para os moradores e comerciantes da região central da Cidade.


A ideia é colher sugestões de quem vive e trabalha nesse trecho do Município. As contribuições populares poderão ser transformadas em emendas aos três projetos do Executivo que têm relação com o ordenamento urbanístico e que estão em tramitação no Legislativo. Além do Plano Diretor, serão revisadas também as Leis de Uso e Ocupação do Solo nas Áreas Insular e Continental.